sábado, 2 de abril de 2011

Saga Descendentes de Priscila



Sinopse
Às vezes temos tudo que se pode querer, olhando pelo lado capitalista. Tudo não basta quando algo falta. 
E quando o que falta aparece sem querer?
E se estiver ao seu lado, e você ser a última a perceber? 
A gente não escolhe o destino. 
Não escolhemos quem somos. 
Mas, sinceramente, se eu pudesse escolher alguém para ser, seria eu mesma. 
Alessa. Recém formada na escola e nova aluna de uma academia no ensolarado Brasil. 
Por quê? É o que pretendo descobrir. 
O que vou descobrir. Os alunos da Academia podem ser mais do que lindos rostos...

Prólogo

Encontrei-me em um lugar tão claro. Reconheci uma praia. Não me era estranha, mas não conseguia me lembrar de conhecê-la.
A água brilhava em um tom esverdeado manchado pela luz dourada do sol, que começava a se pôr e a avermelhar o céu.
Senti a areia sob meus pés, branca como neve, mas de um calor que me consumia.
Reparei penhascos rodeando a praia ao norte, fazendo um contraste escuro com as faíscas rubras que agora o sol parecia emanar.
 Como lágrimas de sangue. Como os olhos que agora se fecharam nos meus.
Ela estava em pé na minha frente, o que posso dizer ela era linda perfeita, alta, cabelos loiros que descia em cascata de cachos ate sua cintura, era muito magra e usava um vestido branco de seda que atenuava cada parte do seu corpo. Ela era tão branca, ou melhor, pálida.
 A única diferença que havia entre sua beleza estonteante, era seus olhos.
Tinha uma cor de um vermelho rubro, pareciam olhos de um demônio. Ai meu Deus, esse pensamento fez meu corpo inteiro tremer.
 Ela continuava a me fitar, mas a sua face estava encoberta pela sombra do sol de fim tarde. Só conseguia distinguir seus olhos.
- Criança por que está com medo? Ela perguntou-me me fitando com aqueles olhos rubros.
- Não estou com medo, só estou surpresa. Falei. - Mais a verdade é que estava morrendo de medo.
- Pois deveria ter medo. Falou a mulher. Eu fiquei encarando ela, para tentar demonstra que não estava como medo.
Por uma fração de segundo tudo ficou escuro, fechei e abri olhos pra tentar espanta aquela tontura repetina. Ao abri os olhos novamente ela não estava mais na minha frente.
 Em compensação parecia que meu corpo estava embaixo de um monte de pedras e minha visão ficou turva novamente e aos poucos foi ficando cada vez mais escuro. Mais eu sabia que era mais um sonho. Logo, logo estaria desperta.


 O que acham?
Se gostaram esse é o blog:
Beijos
Marri  

4 comentários:

  1. *-----------------*
    adorei!!!
    mais um pra acompanhar ;P
    parece ótimo 0/

    bjos

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  2. Oii! selinho pra vc no meu blog!
    http://by-my-sefl.blogspot.com
    beju ;*

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  3. ooi adorei seu blog,estou te seguindo
    segue também?
    http://detudoquerealmenteimporta.blogspot.com/

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  4. Olá, Katherine.
    Gostei muito do trabalho em seu blog, pois aborda temas variados em seus posts.Parabéns pela iniciativa, à blogosfera precisa de trabalhos assim. Já estou seguindo seu blog, se desejar conhecer meu trabalho de estudos historicos o endereço é http://www.construindohistoriahoje.blogspot.com.Gostaria de pedir para apoiar nosso trabalho contra o racismo, realizado pela CENACORA (Comissão Ecumênica de Combate ao Racismo)
    Um abraço,
    Leandro

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