sexta-feira, 22 de abril de 2011

Livro:"Thunder's Empire" de Kmila Zaoldyeck

Quando fui no blog,bati o olho no design e me apaixonei pela história só com a postagem que vi.Em breve,estará disponivel a entrevista,vou apenas conhecer melhor a história para que não faça perguntas idiotas e talz.
Vamos curtir o primeiro cápitulo,dessa história que parece muito boa?



"Legend of Raython" é uma obra de ficção. Nada aqui tem o intuito de se parecer com coisas reais. E qualquer semelhança é mera coincidência.


LEGEND OF RAYTHON
BY KMILA ZAOLDYECK, 2008
LEGEND OF RAYTHON SECOND EDITION
BY KMILA ZAOLDYECK, 2010


LIVRO I: ETHERNIA



I
Ethernia

Elektra continuava a correr. Sua testa sangrava, e em suas mãos havia mais sangue ainda.
Mas, esse sangue não era dela. Era dos três cavaleiros de seu pai, que a perseguiam.
Won, um dos dois últimos que sobraram, corria atrás dela, mas com medo de alcançar.
“Se eu a pegar, com certeza Phyreon irá matá-la na minha frente... sem ela, eu nunca poderei governar Raython...”
A garota de longos cabelos brancos e olhos cinzentos continuava a correr em vão.
“Dessa vez meu pai me mata... vai colocar minha cabeça de enfeite... claro, ele é imortal, ele não precisa de mim mesmo... mas ele não deveria ter matado a Marie! Ela era minha segunda mãe!”
Chegou a um beco. Won a encurralou.
- Tudo bem, Won. Você me pegou.
- Ah, princesa... Eu realmente queria me casar com você. Mas, infelizmente...
- Você é só mais um cachorrinho de meu pai, Won. Um verme.
- Chame do que quiser garota. Anda, vem. Não me faz usar da força.
- Você é mesmo um idiota, não é?
Começou a rir escandalosamente.
- Dessa vez eu não entendi, princesa.
-Primeiro: Eu não sou uma princesa porque meu pai não é rei. Segundo: eu nunca vou me casar com um verme que recebe ordens calado como você. E terceiro: você acha que um punhado de pedras vão deter Elektra Thrower, Filha de Phyreon, o mago-imperador de Raython? Eu sou uma maga, Won! E todo esse diálogo fútil foi tempo o suficiente para que eu reunisse energia para sumir daqui!
Won riu.
- Com a Sellphir? Você nem sabe essa magia.
- Te vejo no inferno, Won.
- Vou até lá te buscar, Elektra.
Ela professou umas palavras em élfico arcaico e desapareceu no ar.

x-x-x

Raikou dormia embaixo de uma árvore, numa pastagem a quase um quilômetro da Vila-Capital do Império de Ethernia, um lugar que ainda não sofreu com os horrores da guerra contra Raython.
Ouve um barulho e quando abre os olhos, vê uma garota caindo em cima de si, levando uns galhos da árvore consigo. Raikou bateu a cabeça no tronco da árvore. Abriu os olhos novamente, e viu um emaranhado de cabelos brancos.
Tirou-a o mais delicadamente que pôde de cima de seu abdômen, e escostou-a na árvore. Estava desmaiada e ferida. O Cajado que ela tinha caiu em cima da cabeça dele. Então ele entendeu.
“Uma maga... Ah, não!”
Começou a sacudir a garota.
-Ei, acorda aí, acorda!
-Ow, isso não é jeito de tratar uma garota, viu? Em que parte de Raython eu vim parar dessa vez, hein,muleque?
-Ei, eu não sou um muleque. E você não está em Raython.
-NÃO?! Aff... é como aquele merda do Won disse... eu sou um desastre em magias de teletransporte. Onde é que eu to então? Windia, Magma, Mizu...
-Ethernia. -O garoto disse, calmo.
Elektra tirou uma adaga e colocou no pescoço dele.
-Não mente.
-Não estou mentindo. Você é Elektra, de Raython, e você está no campo do inimigo. Não tem juízo não? Quer morrer? E com roupas reais ainda?
Elektra encarou os olhos azuis do garoto, com raiva. Ninguém nunca falou naquele tom com ela na vida. Depois olhou sua blusa gola pólo.no peito, ao lado direito, estava o brasão de Raython.
- Eu vim por engano, ta bom? Eu ainda não sei a Sellphir direito...ela é difícil, tem que saber o fluxo exato, no instante exato e ter na mente perfeitamente o lugar pra onde quer ir... ah, você não entende, mesmo...
- Não mesmo.- Disse, indiferente.- Afinal, garota... por quê você veio pra cá?
- E por quê eu deveria confiar em um etherniano? E que nem disse seu nome?
- Ah, desculpe. Eu sou Raikou Mizuhara, trabalho no castelo de Lothus.
- Empregado do tio Lothus? Eu to é morta de qualquer jeito! Eu tenho que ir pra Windia!
- Fica aí, menina. Você parece estar fraca e eu não vou te matar. Além disso, está ferida...- Raikou olhou as mãos dela.
- Oh, esse sangue aí não é meu, não. Usei uma magia meio que de teleporte também. Eu tipo que arranquei o coração do cavaleiro com magia, sabe? Aí ele vem pra minha mão... urgh, estava batendo ainda...-Elektra fez cara de nojo, depois sorriu.- Acaba sendo legal, matar os cavaleiros do meu pai... Mas aquele merda do Won me acertou na testa...- pôs a mão na cabeça, manchando seus cabelos naturalmente brancos da franja.
- Então você também é uma assassina.
- É, sou. Está no meu sangue, pelo que vejo... mas eu não sou fria como meu pai, eu ainda tenho um pouco de alma.
-Então tira essa adaga do meu pescoço, por favor.
- Ah, sim.- Elektra tirou a dita adaga e guardou-a junto da perna, em um coldre.
Raikou se levantou.
- Vem, eu te levo pra minha casa. – E estendeu a mão.
Elektra ergueu seus olhos cinzentos. De algum modo, ele lhe parecia familiar, de alguma vida passada, talvez? Ela analisou suas possibilidades. Estava morta se ficasse ali, estava morta se voltasse pro pai. “pelo menos vou conhecer Ethernia”, pensou. Levantou-se sem pegar a mão de Raikou.
- Mas espere. Vão me reconhecer, afinal só os Thrower tem essa merda de cabelo branco.
- Se disfarce, oras. Você não é “A Toda-Poderosa Maga Herdeira Do Trono De Raython”?
Elektra torceu o nariz. A insolência daquele rapaz estava começando a irritá-la.
- Há uma magia de disfarce. Mas é que eu não lembro o canto dela...
- Mas que tipo de maga você é que esquece as magias desse jeito? Como é que você quer suceder o trono de Raython assim?
Elektra encarou os sapatos.
- Sabe, Raikou, você disse as mesmas palavras que meu pai me diz todos os dias há quinze anos. E olhando bem, você até me lembra ele.
- Tá, mas você se disfarçar é mais importante agora.
Elektra tirou um livro pequeno do bolso da saia curta.
-“Guia Prático de magias de Emergência”? Isso é uma piada, né garota?
-Não. Eu sou péssima, horrível, deplorável em todas as outras magias que não são do meu elemento. – Folheava o livrinho. – Ahá!! Aqui está, magia de disfarce.
Olhou pros lados e achou seu staff. Apanhou-o do chão e proferiu o verso em élfico que estava escrito no livro. Então sua aparência mudou completamente. Seus cabelos ficaram negros e curtos, e os olhos, castanhos. A saia aumentou e a blusa tomou novas formas. Os contornos avantajados que possuía se amenizaram. O staff virou um pingente vermelho.
-Pronto. – até o tom de voz dela mudou, passando de firme e mandão para macio e melodioso.
- Magia é tão legal... - Raikou pensa alto. – Mais pessoas podiam ser magos. Só vocês seis é uma injustiça.
- Eu não pedi pra Kronus me escolher. E muito menos pra nascer. Não prestei nem pra me parecer com minha mãe.
Silêncio.
Então Raikou começou a andar, com Elektra logo atrás. Só então ela olhou ao redor. Alguns quilômetros separavam Ethernia e Raython, mas eram lugares totalmente diferentes, totalmente opostos. Elektra estava vendo coisas que não existiam onde morava, como um céu totalmente azul, sem nuvens nem chuva por doze meses no ano. Pastagens de perder de vista, um manto verde sem fim... E não montanhas cinzentas. Árvores frutíferas e floridas, e não carvalhos e sequóias mais velhas que seu pai. Era como Won dizia. Ethernia é o inferno disfarçado de paraíso.
-Você ainda não me disse por que veio parar aqui. – Raikou quebra o encanto de Elektra.
-Hoje de manhã. No castelo. Eu já estava querendo fugir mesmo, mas o estopim foi que... Ele matou minha ama, sabe. Disse que ela ia me matar, vê se pode? A Marie nunca me mataria. Ela era a melhor amiga da minha mãe e antes de morrer ela me entregou a Marie. Lord Phyreon é assim mesmo, depois que enjoa da cara de uma pessoa, vai lá e mata ela. Deve ser por isso que ele matou a minha mãe também.
-Lothus é a mesma coisa. Mas, sei lá, talvez seja verdade. Diz por aí que Phyreon vê o futuro...
-hm, verdade é, né. Mas matar a Marie? Ele poderia ter prendido ela com outra magia. Não. Ele a eletrocutou. Na minha frente. Não deu pra suportar, Raikou. Naquele maldito castelo ela era a única que me compreendia. Ele matou outra mãe minha.
- Foi meio precipitado você ter usado uma magia que não sabia direito.
- Eu sei disso. E eu vou ter que trilhar pra Windia.
Raikou riu.
-Windia? Não sei como. Você tem que atravessar Ethernia inteira, passar pelo Vale dos Dragões e subir muuuuuuuita montanha, minha filha. Não sei se uma patricinha como você ia agüentar.
-Pra eu te matar é só levantar um dedo, sabia?
Raikou se virou. Fez cara de desprezo.
- É, me mata. Aí você não consegue sair nem dessa vila.
Elektra torceu o nariz.
-Sua casa é muito longe?

x-x-x

-Hmmmm.... Senti um poder estranho aqui... um leve incômodo... –Diz Lothus Thrower, para sua bola de cristal negro. Estava completamente sozinho na sala. Ele tem o hábito de conversar com o ar. – Ah, então é isso. Minha querida sobrinha. Será que eu mato você ou espero Phyreon vir te pegar e mato os dois juntos? Hmm... Phyreon matou minha mãe, quem eu mais amava no mundo. Talvez se eu matar a filha dele ele é capaz de sentir minha dor? Não sei. E quem é esse garoto? Ah, não importa. HARRIS!!
Silêncio.
-HARRIS!
A pesada porta de mogno se abre.
-My Lord, o General Harris foi para a batalha hoje cedo... talvez volte amanhã.
-Hm. – Lothus ponderou um pouco. Depois cravou seus olhos azul-céu no cavaleiro a sua frente.
-Você, quem é?
- Cavaleiro Houka, 17º Batalhão de Infantaria, My Lord.
- Serve. – Disse, conformado. – Tenho um trabalho pra você.

x-x-x

Elektra resolveu então reparar no garoto a sua frente. Era alto, e seu cabelo era preto, muito preto. Comprimento médio. Amarrado com uma fita vermelha. Usava roupas comuns. E era magro, mas não muito. Andava diferente dos empregados comuns no qual estava acostumada a ver. Ele tinha um porte mais nobre, um ar altivo. Ela não sabia se todos os empregados em Ethernia eram assim ou se isso era orgulho de ser o que é. Um empregado de Lothus Thrower. De algum modo, o jeito dele de andar e suas expressões e seu jeito de falar a incomodavam. Talvez seja porque ninguém nunca a xingou ou a tratou como um ser humano qualquer, sem medo da Elemental Wizard Of Thunder ou da filha de Phyreon Thrower.
“ Então é isso. Esse garoto não tem medo de mim. Por isso ele me parece tão estranho...”
-Viu? É lá. Estamos perto. - Raikou virou-se e apontou a vila lá longe.
Só então Elektra reparou que Raikou possuía os olhos azuis mais lindos que já vira. Não que ela tinha visto muitos. Mas aqueles eram azuis num tom tão vivo, tão forte... olhou-os até ele se virar.
Nisso, Elektra virou-se bruscamente.
-Tem um cara ali, menino.
Raikou olhou pra onde Elektra olhava. De trás de uma árvore, aparece um cavaleiro. Este chega perto deles.
-Ei, Raikou!
- Oi, Houka.
-Olha... – ele olhou a moça morena.- ...eu sei que hoje é sua folga, mas Lothus pediu pra você aparecer por lá...
-De jeito nenhum. Ta vendo ela? Acabou de chegar de Malthus. É uma prima da minha mãe, sei lá. Ela nunca veio pra capital, então eu to levando ela lá em casa. Depois eu vou.
-Mas Lothus pediu justamente pra você levar sua prima lá. Parece que ele gostou dela, se é que me entende.
Raikou entendia perfeitamente. Lothus já sabia de Elektra.
De uma hora pra outra, Elektra ergueu a mão pro céu e um raio caiu em cima de Houka. Raikou pulou pra trás, de susto. Mas o pior não foi isso.
-Ah, merda!! Aterramento NÃO!!
Houka riu, tirando a espada do chão.
-Sei que é você, Aprendiz Elektra Thrower. E seu tio quer ter uma conversinha contigo.
-Só vou morta.
Raikou estava só olhando. Não podia fazer nada, mas precisava tirar Elektra dessa. Mas... por quê raios ele queria salvá-la? Ela não precisava da ajuda dele... era uma maga... deplorável, mas maga.
-Então moça. Já sabe que seu choquinho não vai funcionar. Então comporte-se e venha comigo. E você também, Raikou. Acho que vai ganhar um aumento, já que pegou ela primeiro.
-Elektra olhou o garoto.
“Legal, Elektra. O garoto queria te ferrar, pra variar.”
-Bom saber que você ta do lado deles, Raikou. Mais gente pra eu matar.
Raikou encarou o chão, sacou uma adaga pequena e curva e se encaminhou até chegar ao lado de Houka.
-Se é assim... - Elektra começou o canto de uma magia élfica, mas parou quando viu Raikou enfiando a adaga na jugular de Houka.
- você não deveria ter baixado a guarda.

x-x-x

-Pra onde ela foi, Won?
-Não sei, My Lord.
-Como não sabe? Não estava perseguindo-a?
-Estava, My Lord. Ela usou a Sellphir e sumiu.
Phyreon levantou-se da cadeira de carvalho, seus longos cabelos brancos caindo sobre os ombros.
-Vasculhe o império todo, num raio de 50 mil quilômetros em todas as direções. E ela pode estar mais longe ainda.
-My Lord, a 22 mil quilômetros pro sul fica o Forte Zephirus, e... depois disso é Ethernia.
-Sei. Espero que Lothus não tenha achado-a. ela é minha melhor arma nesta guerra. Pode levar até dois batalhões consigo, Won. Traga-a viva. E invadam Ethernia, na surdina.
-Sim, My lord.
Com uma reverência, saiu da sala.
Phyreon olhou pela janela do castelo por uns segundos. Um raio caiu ao longe, perto de uma das muitas montanhas de Raython.
-Então ela fugiu de novo.
Phyreon reconheceu a voz de Youko Hawking. Um velho amigo seu. Olhou pra trás e viu o elfo, armadura, arco nas costas, cabelos dourados longos e soltos. Olhos verdes alegres e uma expressão serena. E as orelhas - ah, as orelhas dos elfos. Pontudas e apontando pro céu. Completavam as formas angulares e perfeitas de seu rosto.
-Pois é, Youko. Só que... ela exagerou. Usou a Sellphir e eu não sei pra onde ela foi.
-Não foi você quem exagerou, Phyreon? Você matou a Marie na frente dela. Tudo bem que você sonhou que ela ia matar a Elektra, mas você poderia ter prendido ela e matado em outro lugar, oras.
-...
-Ai, Phyreon... tenho saudades daquela época. Sem guerra, sem Illumina, sem nada disso.
-Youko, essa época se foi há quinhentos anos. Já disse pra não chorar o destino. Encontra a Elektra pra mim?
- Talvez não. É bom ela sair de casa um pouco. E até parece que você gosta tanto assim dela. Vive reclamando que ela não se parece com a Cecille, como se a menina tivesse culpa.
- Então Won vai encontrá-la pra mim.- diz Phyreon, ignorando Youko.
-Creio que você sabe as intenções desse seu Primeiro-General.
-Claro que sei. Mas ele é um ótimo cavaleiro. Não posso matá-lo. Ainda.
Youko olhou com pena o amigo. Pele pálida, cabelos brancos que acentuam essa palidez. Cabelos estes lisos e sedosos, que lhe escorriam até as canelas. Phyreon era alto e possuía uma postura digna de um imperador, e sua coroa era o Staff de Mago Elemental, adornado na ponta com uma cabeça de dragão feita de cristal, que emitia um brilho branco. Os olhos cinzentos dele eram vagos, quase mortos. Mas mesmo assim, ele era bonito. Chegava a ser atraente e muito sedutor, com seu jeito durão, que fazia moças e mais moças da capital e arredores ficarem loucas para desposar o jovem viúvo.
Mas, o que mais chamava a atenção em Phyreon eram as marcas. Uma tatuagem tribal enorme, que lhe cobria todo o lado direito do corpo. Eram aquelas marcas que causavam a expressão de Youko.
As marcas da Maldição Illumina.

x-x-x

-Ei, menino, por que fez aquilo? Você conhecia aquele cara e matou ele do nada?
-Não sei! Definitivamente eu não sei!
-Desculpe. Eu ferrei com sua vida. Lothus deve ter visto isso.
-Não tem problema. Eu odeio seu tio demais e eu não quero que ele pegue você. Parece idiota, mas... eu quero acabar com essa guerra.
-Acabar com a guerra, é? Mais difícil do que pensa.
-Você sabe por que isso começou, não é?
-Sei. Conto depois.
-RAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIKOOOOOOOOOOOOOOOUUU!!!!!!
O garoto olhou pra trás com ódio e medo no olhar. Realmente era ela. A garota tem o dom de aparecer só quando Raikou a quer bem longe.
Elektra viu uma garota de cabelos marrons e muito cacheados correr em sua direção. Particularmente pra ela, uma visão do inferno. Pôs a mão na boca e quis gritar “PARE DE CORRER ANTES QUE SEUS PEITOS PULEM PRA FORA SUA VACA!! NÃO ME FAÇA VER ISSO!!” ou coisa parecida.
Finalmente ela parou, para alívio de Elektra. Se chegasse a conversar com ela, lhe ensinaria a como lhe dar com seios avantajados. Dores nas costas, roupas, etc.
-Oi, amor!! Quem é essa menina aqui? Parece com sua mãe.
-É, ela é prima da minha mãe. Veio lá de Malthus. Vai ficar um tempo com a gente.
-Ah, sim. E qual é o seu nome?
- Meu? Hã... Kenko.
-Hm. Eu sou Marine Asuka, Primeiro Batalhão de Arqueiros de Ethernia. – disse, como se seu título fosse o de Mago Elemental.- Sabe, Kenko... eu sou a namorada do Raikou e sou uma namorada muito ciumenta.- essas últimas palavras foram pra dar medo, mas Elektra nem ligou.
-Você-não-é-minha-namorada, Marine. – diz Raikou, entre dentes.
-Não ainda. Uma questão de tempo. Onde vocês vão?
-Pra casa.
Começou a andar. As duas seguiam-no.
-Ah, vou com vocês. Tenho tempo ainda. Amanhã eu vou pra minha primeira batalha!!
A alegria de Marine fez Elektra pensar se animais ficam tão felizes assim quando vão para o abate.
-Amanhã? Tipo... Marine... voce é muito nova pra morrer na guerra.
-AAhhhhh... amoor... eu sei que você me ama e não quer que eu canse minha beleza numa batalha, mas é preciso. Eu sou a herdeira dos Asuka. Como não tenho irmãos, eu tenho que ser o homem da casa. Portanto, matando elfos amanhã!! Pode dixar que eu volto pra nós nos casarmos, ta?
-Você continua com essas idéias fracas... – diz , em tom de desistência.
-Mas só depois que você virar o Primeiro-General do Lord Lothus.
-Eu nunca irei servir a Lothus de boa vontade, Marine.
-Nossa, continua morrendo de ódio do mago, é? Affe...que foi que ele fez? E você, Kenko, ta tão calada aí...
-Hm... eu sou tímida...
-Ah é. Gente da roça é assim mesmo.
-É aqui, Kenko. Vai entrar, Marine?
-Ah não, Raikou. Vai que meu pai precisa de mim lá, né? Já vou. Até mais pra vocês.
Com isso, Marine deu meia-volta e os dois entraram.

Agora vamos conferir os Book Trailer incriveis:

Booktrailers
Livro I: Ethernia
Livro II: Maldição
Teaser Livro III: Profecia
XoXo,
Vicky

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