quinta-feira, 28 de abril de 2011

Veneno de Patricia Camargo

Eu confesso que estou apaixonada pela historia, ela é incrível e eu também estou apaixonada pela capa. 
Só que, ela só está disponível no Orkut.

 Sinopse:
Meu nome é Daniel Negromonte.
E eu sou o seu pior pesadelo.

Prólogo: 
Não importava em qual colocação eu chegasse, ele estaria lá para me abraçar.
Mas... Ah, perder é para fracos.
Eu aumentei a minha velocidade, sentindo o capim bater contras as minhas pernas nuas, e o vento fazer meus olhos lacrimejarem.
E eu cruzei a fita. — Daniel!
— Você conseguiu! — Ele me segurou no colo, me fazendo girar no ar. — Pequena rainha, eu sabia que você ia conseguir!
— Eu pensei que fosse perder!
— Denise e eu sabíamos o tempo todo. — Daniel beijou a minha testa. — Deus, você vai ser tão egocêntrica quando crescer! Pare de ganhar sempre, pequena rainha.
Enrosquei os meus pequenos braços no seu pescoço. — Eu não vou ser egofêntrica.
Ele gargalhou. — Não, eu não vou deixar você ser egofêntrica.
— Diana! Diana! — Denise pulou em cima do banco. — Você conseguiu!
Daniel me colocou do seu lado. — Eu consegui!
— Daniel disse que você ia conseguir. — Ela me abraçou. — Você sempre consegue!
Eu olhei para trás, mas Daniel não estava mais lá. — Eu vou conseguir sempre, Dê, eu sou a pequena rainha dele.
Nós pulamos para o chão. — Você viu o jeito que o Lucien olhou para você? Tsk, ele não gostou de perder. Vamos colocar o Daniel para cuidar de você!
Franzi o cenho para o sol escaldante. — Onde está o Daniel? Ele estava aqui ainda a pouco e... — Me virei, e nós duas predemos nossas respirações.
O Rei Negromonte estava com Daniel.
Daniel e seu pai eram como a noite e o dia. O Rei da Dinastia de Fogo era ruivo como Denise, e de olhos cor de mel, alto e imperativo. Daniel tinha cabelos escuros, os olhos azuis da sua falecida mãe, e sempre um sorriso maroto.  
Mas ele não sorria perto do seu pai.
Nunca sorriu.
— O que o papai está fazendo aqui? — Denise balbuciou, saindo do choque primeiro que eu.
— Eu não sei. — Cochichei de volta. — Daniel não parece ter gostado da surpresa.
— Papai nunca vem nos ver, Di.
— O Rei nunca vem ver o Daniel, Dê. Você sempre viaja para a Corte.
Ela olhou para mim como se nunca tivesse percebido isso antes. — Por quê?
— Eu não sei. Daniel sempre fica comigo nas férias do Instituto.
Porque minha mãe também nunca quis saber de mim.
— Oh! — Denise me sacudiu, me tirando dos meus pensamentos com minha não-amada mãe. — Quem é aquele homem loiro com o Daniel?
Mas eu nunca havia visto-o antes. — Eu não sei. — Repeti.
E os três olharam na nossa direção.
Em nossa ingenuidade de dez anos, sorrimos e acenamos.
O Rei e o homem nos ignoraram e saíram, enquanto Daniel nos sorriu de volta.
Mas eu nunca havia visto-o sorrir tão falsamente.
Até o dia da sua traição.


O que acham?
Beijos

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Livro:"Thunder's Empire" de Kmila Zaoldyeck

Quando fui no blog,bati o olho no design e me apaixonei pela história só com a postagem que vi.Em breve,estará disponivel a entrevista,vou apenas conhecer melhor a história para que não faça perguntas idiotas e talz.
Vamos curtir o primeiro cápitulo,dessa história que parece muito boa?



"Legend of Raython" é uma obra de ficção. Nada aqui tem o intuito de se parecer com coisas reais. E qualquer semelhança é mera coincidência.


LEGEND OF RAYTHON
BY KMILA ZAOLDYECK, 2008
LEGEND OF RAYTHON SECOND EDITION
BY KMILA ZAOLDYECK, 2010


LIVRO I: ETHERNIA



I
Ethernia

Elektra continuava a correr. Sua testa sangrava, e em suas mãos havia mais sangue ainda.
Mas, esse sangue não era dela. Era dos três cavaleiros de seu pai, que a perseguiam.
Won, um dos dois últimos que sobraram, corria atrás dela, mas com medo de alcançar.
“Se eu a pegar, com certeza Phyreon irá matá-la na minha frente... sem ela, eu nunca poderei governar Raython...”
A garota de longos cabelos brancos e olhos cinzentos continuava a correr em vão.
“Dessa vez meu pai me mata... vai colocar minha cabeça de enfeite... claro, ele é imortal, ele não precisa de mim mesmo... mas ele não deveria ter matado a Marie! Ela era minha segunda mãe!”
Chegou a um beco. Won a encurralou.
- Tudo bem, Won. Você me pegou.
- Ah, princesa... Eu realmente queria me casar com você. Mas, infelizmente...
- Você é só mais um cachorrinho de meu pai, Won. Um verme.
- Chame do que quiser garota. Anda, vem. Não me faz usar da força.
- Você é mesmo um idiota, não é?
Começou a rir escandalosamente.
- Dessa vez eu não entendi, princesa.
-Primeiro: Eu não sou uma princesa porque meu pai não é rei. Segundo: eu nunca vou me casar com um verme que recebe ordens calado como você. E terceiro: você acha que um punhado de pedras vão deter Elektra Thrower, Filha de Phyreon, o mago-imperador de Raython? Eu sou uma maga, Won! E todo esse diálogo fútil foi tempo o suficiente para que eu reunisse energia para sumir daqui!
Won riu.
- Com a Sellphir? Você nem sabe essa magia.
- Te vejo no inferno, Won.
- Vou até lá te buscar, Elektra.
Ela professou umas palavras em élfico arcaico e desapareceu no ar.

x-x-x

Raikou dormia embaixo de uma árvore, numa pastagem a quase um quilômetro da Vila-Capital do Império de Ethernia, um lugar que ainda não sofreu com os horrores da guerra contra Raython.
Ouve um barulho e quando abre os olhos, vê uma garota caindo em cima de si, levando uns galhos da árvore consigo. Raikou bateu a cabeça no tronco da árvore. Abriu os olhos novamente, e viu um emaranhado de cabelos brancos.
Tirou-a o mais delicadamente que pôde de cima de seu abdômen, e escostou-a na árvore. Estava desmaiada e ferida. O Cajado que ela tinha caiu em cima da cabeça dele. Então ele entendeu.
“Uma maga... Ah, não!”
Começou a sacudir a garota.
-Ei, acorda aí, acorda!
-Ow, isso não é jeito de tratar uma garota, viu? Em que parte de Raython eu vim parar dessa vez, hein,muleque?
-Ei, eu não sou um muleque. E você não está em Raython.
-NÃO?! Aff... é como aquele merda do Won disse... eu sou um desastre em magias de teletransporte. Onde é que eu to então? Windia, Magma, Mizu...
-Ethernia. -O garoto disse, calmo.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Entrevistas

Voces devem estar se perguntando se eu esqueci do blog,de quase não postar,não é mesmo?Primeiramente,fiquem tranquilos(ou não,depende do que acha das minhas postagens) eu não abandonei o blog (e nem pretendo abandoná-lo).
Como o titulo mesmo diz,eu irei falar sobre as entrevistas.Eu e minhas colegas blogueiras criamos o Descoberta Literária para divulgar livros que não tiveram uma boa oportunidade.E antes mesmo da existencia do blog eu já fazia tais entrevistas.
O problema é:estou ficando sem autores para entrevistar.E é ai que voces entram:eu irei entrevistar todo(todo mesmo,mas principalmente os que eu gostar da história - os que não,peço para minhas colegas fazerem) autor ou autora que aqui comentar .
Simples e prático,sem nenhuma complicação.Se puder,coloque o e-mail,mas se não,apenas deixe um link de um blog que lhe pertença(ás vezes nem precisa) para que eu possa entrar em contato assim que possivel.
Informando:fiz a entrevista com a autora de Redenção,e só espero a resposta dela para postar no Minha Vida Vampira.

Atenciosamente,

Vitória(tentando ser formal,ignore).

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Web: Mãos de Cristo I Renascença de Kailon

Bom gente o blog tava meio paradinho né, então estou eu (Katherine) aqui para dar uma reanimada nele. Hoje eu trago uma Web que é postada numa comunidade do orkut chamada Só Webs. A história tem um enredo muito bom e a história é bem criativa. Não sei se podemos postar webs, mas aqui vai. Olhem o DC que lindo:

sábado, 2 de abril de 2011

Saga Descendentes de Priscila



Sinopse
Às vezes temos tudo que se pode querer, olhando pelo lado capitalista. Tudo não basta quando algo falta. 
E quando o que falta aparece sem querer?
E se estiver ao seu lado, e você ser a última a perceber? 
A gente não escolhe o destino. 
Não escolhemos quem somos. 
Mas, sinceramente, se eu pudesse escolher alguém para ser, seria eu mesma. 
Alessa. Recém formada na escola e nova aluna de uma academia no ensolarado Brasil. 
Por quê? É o que pretendo descobrir. 
O que vou descobrir. Os alunos da Academia podem ser mais do que lindos rostos...

Prólogo

Encontrei-me em um lugar tão claro. Reconheci uma praia. Não me era estranha, mas não conseguia me lembrar de conhecê-la.
A água brilhava em um tom esverdeado manchado pela luz dourada do sol, que começava a se pôr e a avermelhar o céu.
Senti a areia sob meus pés, branca como neve, mas de um calor que me consumia.
Reparei penhascos rodeando a praia ao norte, fazendo um contraste escuro com as faíscas rubras que agora o sol parecia emanar.
 Como lágrimas de sangue. Como os olhos que agora se fecharam nos meus.
Ela estava em pé na minha frente, o que posso dizer ela era linda perfeita, alta, cabelos loiros que descia em cascata de cachos ate sua cintura, era muito magra e usava um vestido branco de seda que atenuava cada parte do seu corpo. Ela era tão branca, ou melhor, pálida.
 A única diferença que havia entre sua beleza estonteante, era seus olhos.
Tinha uma cor de um vermelho rubro, pareciam olhos de um demônio. Ai meu Deus, esse pensamento fez meu corpo inteiro tremer.
 Ela continuava a me fitar, mas a sua face estava encoberta pela sombra do sol de fim tarde. Só conseguia distinguir seus olhos.
- Criança por que está com medo? Ela perguntou-me me fitando com aqueles olhos rubros.
- Não estou com medo, só estou surpresa. Falei. - Mais a verdade é que estava morrendo de medo.
- Pois deveria ter medo. Falou a mulher. Eu fiquei encarando ela, para tentar demonstra que não estava como medo.
Por uma fração de segundo tudo ficou escuro, fechei e abri olhos pra tentar espanta aquela tontura repetina. Ao abri os olhos novamente ela não estava mais na minha frente.
 Em compensação parecia que meu corpo estava embaixo de um monte de pedras e minha visão ficou turva novamente e aos poucos foi ficando cada vez mais escuro. Mais eu sabia que era mais um sonho. Logo, logo estaria desperta.


 O que acham?
Se gostaram esse é o blog:
Beijos
Marri