domingo, 27 de março de 2011

Opala Catharyna Mariani

Eu estava olhando e vi essa historia e me apaixonei. É meio parecido com Diários do Vampiro, ou seja, se você gosta de Diários do Vampiro você vai gostar de Opalescencia mas, já vou avisando (não tem nenhum vampiro... Bom, não até agora).
Hum... e o parece que como o blog deu algum problema ela só está postando na comunidade.

                             Sinopse 


Bianca sabia, sempre soube que escondiam alguma coisa dela, mas pra que mexer em um assunto que estava morto a muito tempo? Não é facil esqucer o passado e depois que ela conseguiu seguir sua vida esperava nunca mais pensar no assunto. Mas se você não vai atras da verdade, a verdade corre atras de você e no fundo Bianca sabia disso, só não sabia que sua vida TODA era uma mentira. E agora? O que ela iria fazer para descobrir a verdade? O que ela pensaria? E como agiria?

O que você faria se descobrisse que tudo que achou ser verdade fosse a maior mentira ? O que você faria se a pessoa que você mais odeia fosse unica que pode te revelar a verdade ?
Descubra.



Capitulo Um Aparição
-- E ai? Ele já foi embora? - Olhei pra frente tentando não pensar demais no assunto.
--Ta brincando? Ele é insistente. - Remexi no meu colar prateada.
--Então você teve a quem puxar. - Disse ela querendo fazer piada do assunto.
Fingi que não escutei. Fingi mesmo, porque eu não tenhinha nada dele, nada mesmo. A não ser os olhos verdes, mais isso não é tão ruim. Ah esqueci, e uma pinta de nascença ridícula na nunca.
Olhei para rua procurando o carro da minha mãe. E ele ainda estava la. Uma moto harley preta, com um cara enorme olhando pra mim, esperando por mim. Aqueles olhos. Os meus olhos me encarando. Foi ai que eu percebi o porque da insistencia. Eles não fizeram isso. Eles não podiam ter feito isso.
--Me da uma carona? - Perguntei desviando o olhar daqueles olhos verdes penetrantes e olhando para a minha melhor amiga.
--Claro. Mais você sabe o que eu acho disso. 
-- Sua mãe já chegou? - Perguntei procurando o carro da mãe da Julia.
--Não. Ela vai demorar um pouquinho hoje. Tem que levar meu irmão no dentista.
--Ótimo. Já volto. - Disse indo em direção aqueles olhos que não paravam de me olhar. Fazia anos que eu não o via e nem falava com ele. Anos. A ultima vez foi quando ele comprou a moto. Eu amei na época. Fazia dele o meu super herói, mais agora faz um velho querendo parecer um adolescente. 
Parei de frente pra ele e cruzei meus braços no peito. Como eu sempre fazia quando queria parecer maior e durona. Ele não tirou o capacete. Apenas me olhou. Olhou mesmo de cima abaixo, como se fosse a primeira vez que me visse. E era. Era a primeira vez que ele me via em anos. 
Eu não disse nada. Não iria ser a primeira a romper o silencio de anos. 
Ele tirou o capacete.
Mais que merd...Eu tentei me acalmar, não demonstrar expressão nenhuma, deixar meu rosto neutro. Mais não era assim tão fácil, não vendo aquilo. O cara não tinha mudado nada. Nada. Tinha a mesma aparência das fotos de quando ele e minha mãe se conheceram. A mesma de quando ela estava grávida. A mesma de quando eu nasci. A mesma de sempre. Exatamente como eu me lembrava. Não que eu me lembrasse muito.
--Vim te buscar hoje. - Ele finalmente disse, rompendo o silencio que havaí somente entre nós, porque a nossa volta as conversar e risadas dos adolescentes aproveitando o ultimo dia de aula da semana era ensurdecedor.
--Perdeu seu tempo. - Disse sem alterar minha voz nem a minha expressão.
--Não entendi. - Ele disse levantando uma sobrancelha. Exatamente como eu fazia quando era irônica, percebi de solavanco – bom, pelo menos era o que eu tentava fazer, imitando os caras sexys dos filmes e livros - . Ótimo, mais uma coisa para a minha lista do que nunca mais fazer. Ou tentar.
Tinha divertimento na sua voz. E nos seus olhos, como se eu tivesse dito uma piada.
--Eu percebi. Já fazem 3 semanas que eu não atendo seu telefona, saio de casa quando você avisa que vai e me tranco no quarto quando você vai de surpresa. Não leio as suas cartas, nem deixo minha mãe tocar no seu nome em casa. E mesmo assim você ainda acha que eu vou deixar você me levar para casa. Realmente você não entendeu. Mais eu explico. estou acostumada em ter que explicar as coisas pra pessoas limitadas. 
EU. NÃO. QUERO. VOCÊ. NA. MINHA. VIDA. - Disse falando e separando cada palavra de cada vez. - Entendeu agora? - Perguntei levantando a sobrancelha e abaixando na mesmo hora que lembrei que ele fez a mesma coisa quando foi irônico comigo.
Ele ficou me olhando como se tivesse surpreso mais feliz ao mesmo tempo. 
                                                           **********
Se Gostaram e quiserem saber mais, esse é o Blog:
http://sagaopalescencia.blogspot.com/


E essa é a comunidade (lembram do problema que eu mencionei?)
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=105841603


Beijos 
Marri

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